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Encontro da Sociedade Civil Pantaneira com o Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal

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Encontro da Sociedade Civil Pantaneira com o Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal Foto: Asse. de comunicação - Inst. Ação Verde

O Instituto Ação Verde (IAV) está entre os signatários do Pacto das Cabeceiras do Pantanal e faz parte do grupo gestor. Ocorreu no dia 20 de junho na cidade de Cáceres a 240 km de Cuiabá/MT as margens do Rio Paraguai, o Encontro da Sociedade Civil Pantaneira com o Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal.

            Neste evento os membros participantes realizaram oficinas e discutiram sobre temas relevantes a toda a sociedade envolvida, como as tarefas que estão sendo implementadas em cada município integrante, ações governamentais por parte da Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SEMA/MT, problemas locais que estão gerando complicações a toda comunidade que usa os recursos hídricos da bacia do Paraguai, impactos causados pela implantação de novos empreendimentos, políticas públicas e socioambientais que possam ser implementadas para mitigar os efeitos degradantes da ação do homem ao ambiente.

            O Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal faz parte de um grande acordo no qual os membros da sociedade que vivem e utilizam os recursos ambientais para vida e  exercem as suas atividades produtivas, busquem um entendimento na gestão e uso sustentável dos recursos para podermos usufruir de um ambiente justo, equilibrado e conservado para as próximas gerações, assim evitando futuros conflitos e problemas gerados pelo uso indiscriminado dos recursos naturais.

            Estiverem presente no encontro vários membros de diferentes instituições, entre elas, Instituto Ação Verde (ONG), ANA – Agencia Nacional de Águas, SEMA-MT por meio do Superintendente de Recursos Hídricos e Superintendente de Educação Ambiental, Poder Público Municipal das principais cidades da região (Cáceres, Pontes e Lacerda, Indiavaí, Quatro Marcos, Mirassol do Oeste e Figueirópolis do Oeste), WWF (ONG). Além das entidades componentes, estiveram presentes populações tradicionais, comunidades ribeirinhas, professores e técnicos da UNEMAT, grupos de pesquisas cientificas, membros da igreja católica, integrantes de assentamentos rurais, pequenos produtores e moradores locais.