Projetos

APRESENTAÇÃO

O Projeto Verde Rio visa recuperar e preservar 100% das matas ciliares dos principais rios de Mato Grosso, trazendo benefícios não só aos ecossistemas locais, mas também à população do Estado. Dentro dessa demanda, o projeto Verde Rio foi dividido em: Pantanal, Amazônia e Cerrado, de forma a respeitar cada um dos 3 biomas de Mato Grosso e atender as suas especificidades.

Para ter sucesso nesta tarefa, seus idealizadores mapearam as principais experiências de sucesso em iniciativas de recuperação de matas ciliares no Brasil e, em particular, no próprio Estado de Mato Grosso.

O Instituto Ação Verde definiu o Rio Cuiabá como a primeira etapa do projeto, o Verde Rio Pantanal, que engloba os rios Cuiabá, Paraguai e São Lourenço.

O Rio Cuiabá é a principal fonte de água doce de duas das maiores cidades do Estado, a capital Cuiabá e o município vizinho, Várzea Grande, que hoje possui cerca de 2.000 ha com necessidade de intervenção imediata. E para a recuperação de suas margens, uma série de providências estão sendo tomadas. Entre as ações propostas para o reflorestamento e preservação da Bacia do Rio Cuiabá o Instituto já realizou: levantamento da área do rio Cuiabá por imagens de satélite; seminários e minicursos; implantou o Viveiro de mudas em Santo Antônio de Leverger; coletou sementes de espécies nativas da região; realizou o levantamento fitossiológico; cadastrou mais de 2 mil propriedades as margens do rio Cuiabá; está realizando o plantio de mudas e prestando assistência técnica aos moradores. 

Para o reflorestamento, as mudas estão sendo produzidas no Viveiro do próprio Instituto, localizado na região de Barranco Alto, município de Santo Antônio. As mudas são produzidas para distribuição gratuita aos participantes do projeto. Até o fim deste ano, serão plantadas 130 mil mudas no município de Santo Antônio de Leverger, local onde o projeto piloto foi implantado. Está previsto também o lançamento do Verde Rio Amazônia, atendendo aos rios Aripuanã, Teles Pires e Xingu até o final de 2009.

Outros rios contemplados no projeto serão: Juruena, das Mortes, Araguaia, Piqueri e Vermelho, incluído recentemente.

O Projeto Verde Rio irá mostrar ao mundo que, além de grande produtor de alimentos, Mato Grosso também é um grande protetor da natureza e do povo, e aqui o desenvolvimento econômico e social é grande aliado da preservação ambiental.

ETAPAS DO PROJETO

O projeto Verde Rio é desenvolvido, tendo como base uma metodologia de etapas que se sucedem.

LEVANTAMENTO ATRAVÉS DE IMAGEM DE SATÉLITE

Levantar toda extensão do rio, desde sua nascente até a foz, em Km.

Plotar toda APPD – Área de Preservação Permanente Degradada, com Coordenadas Geográficas.

Calcular em hectares quanto tem de APP a ser recuperado.

SEMINÁRIOS E MINICURSOS

Realização de Seminário para lançamento do projeto, com a participação de diversas autoridades, entre eles dirigentes de estado, prefeitos, secretarias de Meio Ambiente, representantes do Ministério Publico, dentre outros. Com divulgação antecipada e montagem dos mini-cursos ou palestras.

IMPLANTAÇÃO DO VIVEIRO

Os Viveiros Florestais são áreas com um conjunto de benfeitorias e utensílios, que emprega técnicas visando obter o máximo da produção de mudas. No viveiro permanente são produzidas mudas de maneira contínua e por tempo indeterminado e nos viveiros itinerantes, as ações seguirão de acordo com as localidades contempladas no projeto.

COLETA e BENEFICIAMENTO DE SEMENTES

As áreas de coleta de sementes serão localizadas em pontos estratégicos, abrangendo os três ecossistemas (Cerrado, Pantanal e Floresta Amazônica).

LEVANTAMENTO FITOSSOCIOLÓGICO E DO NÍVEL DE DEGRADAÇÃO DAS APPDs

Em princípio, todas as espécies nativas da região e de ocorrência natural em áreas de matas ciliares são potenciais de uso. Os estudos florísticos e fitossociológicos em áreas de matas ciliares remanescentes da região vão identificar as espécies mais adaptadas às condições dos sítios locais.

A avaliação das condições das Áreas de Preservação Permanentes, como: topografia, regime hídrico, tipo de solo, fertilidade natural, presença de processos erosivos, atividades antrópicas circunvizinhas, clima, presença de pragas e capacidade de regeneração natural são fundamentais para as recomendações de preparo e correção do solo. Proteção da área, seleção de espécies, espaçamento, disposição de plantio e manejo futuro serão realizados em todas as áreas de APPDs, por técnicos contratados pelo Instituto Ação Verde.

CADASTRAMENTO SOCIOECONOMICO E AMBIENTAL DAS PROPRIEDADES

São executados in loco, por meio de visitas em 100% das propriedades que apresentam Áreas de Preservação Permanente Degradada, ao longo dos rios. Os moradores respondem a um questionário que levanta a situação socioeconômica e ambiental da propriedade, para posterior criação de laudo e confecção de planos de adequação, se for o caso.


ELABORAÇÃO DE PLANOS DE ADEQUAÇÃO NAS APPD´S

Em várias propriedades, existem muitas discordâncias com a legislação ambiental e, diante disso, o Instituto Ação Verde, junto aos seus parceiros, elabora um Plano de Adequação para as propriedades que tenham uma ligação histórica, cultural ou econômica com a área.

PLANTIO, MANUTENÇÃO e ASSISTÊNCIA TÉCNICA

O plantio é executado pelos proprietários das áreas, porém todos receberem assistência técnica. Em todas as etapas do processo de recuperação, todos os plantios recebem manutenção por três anos e estes serviços são executados por uma equipe técnica do Instituto Ação Verde.

 O RIO CUIABÁ

A importância histórica do Rio Cuiabá para a sociedade mato-grossense e brasileira é secular. Trata-se de um rio que historicamente é representado como fonte de vida e de recursos para a cidade. É o rio que alimenta, que combate à sede da população e ainda, ajuda a amenizar o calor. Portanto, é o rio que banha e purifica a alma e o coração do nosso povo.

O rio Cuiabá foi a principal via de comunicação da capital para o centro-sul brasileiro. Onde, no começo de sua ocupação, os bandeirantes paulistas, seguindo a denominada via das monções, saíam de São Paulo e aportavam em Cuiabá.

Por esse rio, os exímios índios canoeiros, os Paiaguá sulcavam as correntezas com agilidade e destreza, tendo ficado famosos, também, pelos ataques que empreendiam as monções.

A navegação fluvial, no princípio, era feita em pequenos barcos à vela (Igarités), que eram tocadas ora a remo ora impulsionadas pelo vento; desciam o rio com seus passageiros, famílias inteiras e suas bagagens. Havia ainda, outros barcos menores, só a remo, como as canoas, canoões, pranchas, chalanas. Contudo, o primeiro navio a vapor que adentrou águas mato-grossenses foi o Waterwitch, da marinha norte - americana, em 1853.

O rio Cuiabá serviu também, para a produção de energia, ou seja, as comunidades ribeirinhas dedicavam-se à extração do azeite de peixe, combustível necessário à iluminação das residências e de alguns poucos pontos de ruas principais da capital.

O Rio Abaixo e o Rio Acima atendiam a toda a comunidade cuiabana, às comunidades ribeirinhas, aos embarques e desembarques de pessoas, autoridades, profissionais liberais, trabalhadores, escravos, máquinas, comerciantes, roupas, remédios, rapadura, açúcar, aguardente, ferramentas, além de alimentos variados como o sal, indispensável ao bem-estar da população.

Além disso, o rio Cuiabá serviu e serve como fonte cultural para a população mato-grossense. Contudo, o rio ainda trouxe a modernidade ao território do extremo oeste como as máquinas a vapor, a imprensa, o telégrafo, os maquinários das usinas, pianos, grupos culturais, encanamento de água e a luz elétrica. Enfim, pelo rio, chegou a Cuiabá Antiga grande parte dos avanços que o mundo já conhecia.

BACIA DO RIO CUIABÁ

A Bacia do Cuiabá inclui o trecho principal do rio Cuiabá e os seus tributários a montante de Porto Cercado, abrangendo cerca de 100.000 km2, percorrendo 828 km até chegar ao rio Paraguai. A bacia abrange 14 municípios. A bacia inclui algumas zonas de proteção ambiental - o Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, localizado perto da foz do rio Cuiabá; o Parque Nacional Chapada dos Guimarães, localizado no trecho alto da bacia e uma Área de Proteção Ambiental (APA) que lhe é adjacente.

A cidade de Cuiabá é opulenta em recursos hídricos: diversos rios, ribeirões e córregos formadores da bacia do rio Cuiabá banham-na. O Rio Cuiabá, importante afluente da bacia do rio Paraguai, integrante da bacia Platina, limita o município a Oeste. A bacia hidrográfica formada pelo rio Cuiabá subdivide-se em Alto, Médio e Baixo Cuiabá. O rio tem sua nascente nas encostas da Serra Azul, município de Rosário Oeste, na junção dos rios Cuiabá da Larga e Cuiabá Bonito. No município de Nobres, mais caudaloso pela afluência do rio Manso, passa a se chamar rio Cuiabá. Com largura média de 150 m, seus principais afluentes são o ribeirão Pari e os rios Manso, São Lourenço e Coxipó. Este último, cortando o município de Cuiabá, tem sua cabeceira no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães e embocadura próxima à comunidade de São Gonçalo Beira-Rio.

SITUAÇÃO ATUAL DO RIO CUIABÁ E SUAS CARACTERISTICAS

A situação ambiental e hídrica da Bacia do Rio Cuiabá resulta não apenas da ocupação humana, mas também das próprias características topográficas da região. A qualidade da água no trecho superior da bacia é afetada pela sedimentação e alteração dos padrões de ocupação do solo. Os solos arenosos e a topografia acidentada desta região produzem elevadas taxas de sedimentação, principalmente com a remoção da cobertura florestal das matas ciliares. Ao longo dos seus 828 km de extensão, o Rio possui uma área 16.000 ha de Preservação Permanente (APP), da qual aproximadamente 2.000 ha encontram-se degradadas, com necessidade de algum tipo de intervenção humana. A bacia do rio Cuiabá alberga cerca de 75% da população do Estado de Mato Grosso.

Características do Rio: Largura Média de 150 metros.
Agente Degradador: Sedimentação e Esgoto.
Tipo de Ocupação: Superior (Próximo a Nascente) - Agricultura e Pecuária - Mediana (Cuiabá e Várzea Grande).

CONSCIENTIZAÇÃO REALIZADA

Alicia Clara, de 8 anos - moradora da comunidade do Barranco Alto, em Santo Antônio de Leverger, enviou ao Instituto uma mensagem de apelo à preservação da natureza. Ela participou de um Dia de Campo e ajudou a plantar mudas de árvores nativas na sua comunidade, Reconhecendo a iniciativa, como fruto do trabalho de conscientização ambiental da entidade, colocamos a sua mensagem abaixo:

NATUREZA


"A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas.

Quando agredida, a natureza nunca se defende, apenas se vinga.

Nunca acuse a natureza, ela faz a parte que lhe cabe. Cabe ao homem fazer a sua parte.

Toda a natureza é uma harmonia divina, sinfonia maravilhosa que convida todas as criaturas a que acompanhem sua evolução e progresso.

A natureza é totalmente natural, ela não contribui para o aquecimento global.

Faça a natureza florescer a cada dia.

Faça como eu, proteja a natureza.

Essa é a minha mensagem".


Alicia Clara

 

APRESENTAÇÃO

A Educação Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valores éticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, que implica a questão distributiva entre benefícios e prejuízos da apropriação e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e corresponsabilidade que, por meio da ação coletiva e organizada, busca a compreensão e a superação das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais (SORRENTINO et all).

Desde a sua fundação o Instituto Ação Verde – IAV vem trabalhando com o tema “Educação Ambiental”. Combinando os pilares "Educação e Ação", o Instituto promove a recuperação e a preservação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) às margens dos rios mato-grossenses, contribuindo para o fortalecimento do processo de educação ambiental e a sua consolidação, enquanto política de Estado e para a manutenção dos recursos hídricos.

Para que ações de educação ambiental tenham efetividade, é necessário que as intervenções sejam feitas não só nas áreas objeto de políticas de restauração florestal para conservação de recursos hídricos. É de extrema importância que o processo pedagógico envolva também os grandes centros urbanos em função destes aglomerados serem grandes agentes poluidores e degradantes de recursos naturais.

Com base nisto, o presente projeto cujo o nome é Educação Verde, propõe ajudar os grupos sociais e os indivíduos a adquirir consciência, conhecimento e comportamento ambiental, assim como contribuir para a consolidação do processo de educação ambiental enquanto política pública por meio de ações coletivas organizadas em instituições de ensino.

2.       JUSTIFICATIVA

A degradação ambiental, cada vez mais presente nos dias atuais, leva-nos a procurar possíveis soluções que façam diminuir ou tentar estabilizar processos degradatórios que causam uma série de danos, muitas das vezes irreparáveis, ao meio ambiente, devido à ação antrópica e a exploração erronia dos recursos naturais.

Nos dias atuais o ser humano busca cada vez mais mecanismos para extrair da natureza seus bens naturais. O que, na maioria das vezes, deixa um rastro impactante no local explorado, buscando atender as necessidades humanas, porém sem a devida preocupação com o dano causado naquele determinado recurso. Como o homem já modificou todos os aspectos do seu habitat, utilizam-se dos recursos naturais modificando constantemente o ambiente onde vivem, transformando cada vez mais o meio natural (OLIVA, 2012).

É de crucial importância que a sociedade civil, conjuntamente com o poder público e setor privado, congregue ações que venham de encontro a exploração predatória dos recursos naturais. Ações estas que visem conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do meio ambiente e o bem-estar da sociedade.

3.       OBJETIVO GERAL

Ajudar os grupos sociais e estudantes de 4 a 12 anos a adquirir consciência, conhecimento e comportamento ambiental, assim como contribuir para a consolidação do processo de educação ambiental enquanto política pública por meio de ações coletivas e organizadas em instituições de ensino.

4.       OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·         Sensibilização dos estudantes e da população no envolvimento em processos participativos de educação ambiental;

·         Fomentar agentes capazes de planejar e executar ações socioambientais em seu ambiente de trabalho, estudo e/ou moradia;
·         Conscientizar os atores envolvidos da sua função enquanto sujeito transformador;

·         Fomentar a aquisição de experiências múltiplas com relação aos problemas ambientais;

·         Proporcionar possibilidades de adquirir conhecimento para a valorização e respeito ao meio ambiente;

·         Fomentar agentes multiplicadores do conhecimento socializado pelo programa para difusão de informações, sensibilização e mobilização social;
·         Contribuir na autonomia das unidades escolares por meio de práticas que visam a sustentabilidade ambiental, econômica e social.


5.       ATIVIDADES

·         Planejamento de atividades de educação ambiental junto aos representantes das comunidades escolares;

·         Execução de atividades teóricas e práticas de cunho pedagógico, junto a comunidade escolar, abrangendo os temas:

.  Produção de mudas de espécies florestais;

.  Recuperação de áreas degradadas;

.  Arborização nas escolas;

.  Implantação e manejo de hortas escolares;

.  Implantação e manejo de composteiras.


6.       RESULTADOS ESPERADOS

O grande resultado esperado é a mudança da consciência da interface com a natureza e a execução de projetos que possibilitem a manutenção das atividades desenvolvidas nos municípios, mas com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. Além destes, podemos destacar:

·         Produção e edição de material educativo;

·         Manutenção das atividades desenvolvidas nas instituições, possibilitando a execução de projetos;

·         Sensibilização dos estudantes com relação aos benefícios da arborização urbana, da preservação dos recursos hídricos e dos cultivos orgânicos;

·         Amenização do calor e controle do microclima das escolas através da arborização;

·         Implantação de pequenos sistemas de cultivos (hortas escolares) para complementar a merenda escolar;

·         Formação agentes multiplicadores do conhecimento socializado pelo programa para difusão de informações, sensibilização e mobilização social.


7.       PÚBLICO ALVO                                                                                                   

Estudantes de 4 a 12 anos de instituições, de preferência públicas, carentes de educação ambiental. O projeto, através de sua metodologia inovadora, buscará atingir todo ambiente de convivência destas crianças desde sua infância até a idade adulta. Então, além das instituições de ensino, serão beneficiadas também as residências dos estudantes por meio da multiplicação das técnicas desenvolvidas no ambiente escolar.
 

O projeto Água para o Futuro é fruto de uma cooperação entre o Instituto Ação Verde, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso e a Universidade Federal de Mato Grosso. A fusão das equipes destas três instituições deu origem a uma extraordinária ferramenta de gestão dos recursos hídricos do município de Cuiabá - MT. Com uma equipe técnica multidisciplinar formada por hidrogeólogos, engenheiros florestais, engenheiros sanitaristas e biólogos o projeto visa, em sua primeira fase, realizar um diagnóstico das 126 nascentes catalogadas em um trabalho realizado no ano de 2008 pelo grupo de pesquisa em Cartografia Geotécnica e Dinâmica Superficial da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT.

O projeto foi construído em reuniões entre as instituições com base no Programa de Proteção e Recuperação de Nascentes elaborado pelo Instituto Ação Verde, porém agregando a ele informações relacionadas a hidrogeologia e da fauna local. Estarão envolvidos nas pesquisas o Instituto Nacional de Áreas Úmidas – INAU e o Centro de Pesquisas do Pantanal – CPP.

OBJETIVO GERAL

Identificar, monitorar, recuperar e preservar as nascentes urbanas do município de Cuiabá.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Mapeamento georreferenciado das nascentes urbanas de Cuiabá;

• Localização e caracterização fisiográficas das nascentes;

• Caracterização físico-química e biológica atual das nascentes;

• Identificação da origem das águas exfiltradas, superficiais, subterrâneas;

• Delimitação física da bacia de drenagem a montante da nascente e os caminhos preferenciais de escoamento (talvegue), com a respectiva área impermeabilizada;

• Identificação e mapeamento de zonas aquíferas;

• Determinação do número mínimo de parâmetros ambientais indicadores de nascentes descaracterizadas;

• Diagnóstico dos impactos ambientais;

• Criação de um Banco de Dados (post gree), plataforma Geocloud, contendo informações atuais e pretéritas sobre as nascentes e as ações do projeto, para disponibilização aos partícipes e parceiros;

• Monitoramento;

• Sensibilização Ambiental;

• Interação com a comunidade, mediante disponibilização das informações e ações, via página na internet;

• Proteção e recuperação das nascentes, inclusive por intermédio de parcerias com a iniciativa privada;

• Responsabilização criminal e cível dos poluidores.